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Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas
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Presidência da República Portuguesa
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CTT Correios de Portugal
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Conselho das Comunidades Portuguesas
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Ruivães na Obra de Camilo Castelo Branco
Camilo Castelo Branco, vivendo na freguesia de Ceide S. Miguel, nas suas incursões, andou pelas freguesias vizinhas, incluido a freguesia de Ruivães, procurando histórias para os seus romances, nomedamente as novelas do minho. Destaco essencialmente "Aquela casa triste" que relata uma histórica veridica passada em Ruivães, em que relata a infelicidade do "Africano". Como escritor estava dotado de uma excelente memória, que lhe dava o dom para desenterrar do passado as casas fidalgas em ruínas, e fabular episódios, histórias, e arquitectar novelas e romances. Ruivães foi, um dos muitos temas e cenário para as suas obras, a saber: - “Amor de Salvação” – Vol. I, pág. 617 - “O Senhor do Paço de Ninães” – Vol. VI, pág.171 - “Novelas do Minho” – O cego de Landim – vol. VIII, pág. 85 - “A Brasileira de Prazins” – Vol. VII, pág. 675 - “No Bom Jesus do Monte” – Vol. VI, pág.679 - “Noites de Insónia” – Aquela casa triste – Vol. XIV, pág.737 - “Quatro Obras Inocentes” – Vol. XV, pág. 361 - “Ecos Humorísticos do Minho” – Vol. XV, pág.493- “Serões de S. Miguel de Seide” – Vol. XV, pág. 939 in;
www.ruivaesvisivel.blogspot.com
Breves notas acerca da sua história
Ruivães é uma freguesia do concelho de Vila Nova de Famalicão, com 2,72 km² de área e 2 117 habitantes (2001). Densidade: 778,3 hab/km².
Com uma paisagem marcada pela passagem do Rio Pele, Ruivães, que se encontra situada a 8 quilómetros da sede concelhia, faz fronteira com as terras vizinhas de Bente, Carreira, Castelões, Ceide S.Miguel, Delães, Landim, Novais, Oliveira São Mateus, Requião e Vermoim. A actual designação da freguesia Ruivães, foi adoptada em 1528 e, resulta de várias transformações linguísticas ocorridas ao longo dos séculos. Assim, esta povoação, já foi denominada de Villa Rubbi ou Villa Ribiani, significando a vila um poderoso senhor, chamado Rúbio ou Ruben. Após a Reconquista, Ruivães aparece mencionada nas Inquirições de 1220, com a designação de Sancto Salvatore de Roviães, uma freguesia que estava integrada na Abadia de Apresentação dos Viscondes de Vila Nova de Cerveira. Já em 1400, adquire a denominação de Sam Salvador de Ruvhãos. Para um quotidiano tranquilo, a freguesia dispõe, a par com uma interessada variedade de lojas, de diversos espaços de utilidade pública, tais como: sede da Junta, aberta diariamente, Pré-Primária, Escola Básica 1ºCiclo, Gabinete de Apoio à Juventude, Biblioteca Itinerante, Salão de Festas e Parque de Jogos.
Terra de gente dedicada, Ruivães tem nas suas colectividades um motivo de grande orgulho, sendo de destacar, pela vivacidade das suas acções e pela sua representatividade, as seguintes associações:
Ruivanense Atlético Clube Fundação: 1 de Agosto de 1941 Actividade: Futebol Morada: Rua do Pereiró, nº89 Centro Social-Paroquial de Ruivães Fundação: 1979 Actividade: Infantário, ATL, Centro de Dia Morada: Rua da Igreja, nº51 Agrupamento de Escuteiros nº444 Fundação: 8 de Novembro de 1973 Actividade: Escutismo Morada: Rua da Igreja, nº51 Grupo Recreativo e Cultural da Casa do Povo de Ruivães Fundação: 26 de Julho de 1982 Actividade: Folclore Morada: Rua Domingos Monteiro Grupo Recreativo Covense Fundação: 28 de Outubro de 1991 Actividade: Futebol de Salão Morada: Rua da Cova Moto Clube "Os Desgraçados" Fundação: 1996 Actividade: Ao serviço da Comunidade Morada: Rua Domingos Monteiro Associação de Pesca e Caça de Ruivães Fundação: 2004 Actividade: Caça e Pesca Morada: Rua do Outeiro, nº66
Brasão da Freguesia de Ruivães
http://www.ruivaesvisivel.blogspot.com
Escudo de ouro, com um cacho de uvas de púrpura, folhados de verde, uma tesoura aberta de azul, realçada de negro e uma maceta de pedreiro, de vermelho, encabada de negro e posta em pala; campanha ondada de azul e prata, de três tiras. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro em maiúsculas : “ RUIVÃES “.
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