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Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas
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Consulado Geral de Portugal NY
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Conselho das Comunidades Portuguesas
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Avelal
Concelho: Sátão
Distrito: Viseu
Província: Beira Alta
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Luis Lopes
http://www.luis-lopes.com
Luís Lopes nasceu a 12 de Abril de 1971 em Coimbra, mas bem cedo veio viver para Viseu (Avelal).
Fez os seus estudos na Escola Secundária de Sátão e já aí manifestava grande interesse pela disciplina de Educação Visual. É nessa altura que começa a desenvolver a técnica do pastel e do carvão.
Mais tarde, em 1990 inicia a pintura a óleo sobre tela.
Em 1992 inicia uma nova técnica, o espatulado.
Em 1995 emigrou para a Suíça nunca esquecendo a pintura. Foi aí que realizou as suas primeiras exposições. Expôs os seus trabalhos em Hotéis, Galerias, Centros Recreativos, etc. nos quais podemos destacar os seguintes locais: St. Galen, Zurique, Lausanne, Sion, Sierre, Montana, Nax, Vercorin e Martigny.
Mais tarde pensou em divulgar os seus trabalhos em Portugal. Começou por expô-los nos mais variados locais, como por exemplo: Câmaras e Bibliotecas Municipais em colaboração com o Auditório Mirita Casimiro (em Viseu).
Nas pinturas de Lopes ressaltam dois aspectos primordiais: um deles é a cor e a utilização de imagens que fazem parte do imaginário das crianças, o outro aspecto mais sóbrio que transparece são as magníficas paisagens de montanhas Suíças que nos levam a outras paragens. A realidade, é por assim dizer, um factor determinante nas suas obras, mesmo quando de um palhaço se trata. Temos a fantasia aliada à realidade. Existe uma procura constante na certeza de tudo aquilo que o rodeia.
Lopes não tem qualquer problema em trabalhar num ou noutro estilo, no entanto o que mais aprecia é a pintura a óleo espatulado. Neste momento os seus trabalhos circulam por vários Hotéis e Galerias da Suíça.
Elisio Ferreira Afonso
http://jfavelal.no.sapo.pt/comendador.htm
Nascido no Avelal, órfão de pai muito cedo, embarcou ainda jovem para o Rio de Janeiro, onde, mercê de seu trabalho, economia e sacrifício, ganhou enorme fortuna que fez dele um magnate na capital dos Estados Unidos do Brasil. E então, em vez de se entregar ao fausto e aos vícios a que a riqueza muitas vezes convida, Elísio Ferreira Afonso pensou de outra maneira. Não se vangloriou de ser um homem rico e importante, mas antes, ajudar lá no Rio de Janeiro todas as instituições ligadas aos portugueses seus patrícios, mormente as de carácter assistencial, e logo que pudesse, voltar à terra onde nasceu, o Avelal, para fazer dela a sua princesa e herdeira de tudo quanto viesse a possuir no Brasil ou em Portugal. E assim foi. Chegado ao Avelal, mandou construir um belo palacete, cheio de sol, onde hoje funciona o Lar da Terceira Idade. A seguir, a escola primária e a respectiva cantina, que simultaneamente dotou. Veio depois a igreja e a residência paroquial. E no mesmo ritmo, o Hospital, a Estação dos Correios, o Posto da Guarda Nacional Republicana, um bairro económico, a feira e as Festas do Avelal, o abastecimento de água à povoação, a electrificação do Avelal e Decermilo, e até o campo santo, onde ele quis ser sepultado no meio dos seus conterrâneos e amigos. Antes de morrer, instituiu, ajudado por diversas entidades, a “Fundação Elísio Ferreira Afonso”, com relevante actividade no Avelal e em todo o concelho do Sátão, sendo disso a última manifestação.
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